Vídeo Programático e TV Conectada: conheça o futuro da TV

O mundo da TV está mudando rapidamente. De acordo com a Dataxis, o Brasil tem a maior número de serviços sob-demanda por assinatura (SVOD OTT) da América Latina, com um total de 29 plataformas contabilizadas no final do segundo trimestre de 2018. No mesmo período, foram registradas 7,1 milhões de assinaturas - o que equivale a um crescimento de 36,3% em comparação com o segundo trimestre de 2017.

Os números da TV por assinatura, por outro lado, seguem diminuindo. Segundo a Anatel, havia 17,79 milhões de contratos ativos em setembro de 2018 - uma baixa de 2,34% nos últimos 12 meses. Os avanços da tecnologia e a evolução do comportamento do consumidor criaram diversas formas de se consumir a programação da TV - nunca foi tão fácil e barato ter acesso a conteúdos em qualquer momento e lugar.

Esses novos métodos de visualização de conteúdo de longa duração trazem a flexibilidade desejada a um mundo que, até alguns anos atrás, permanecia inalterado por décadas. Esses desenvolvimentos também trouxeram desafios para o mercado. Por exemplo, qual a melhor forma de alcançar seu target em uma era em que o público se tornou mais fragmentado e evasivo do que nunca? Isto também se desdobrou na forma como planejamos, escolhemos audiência, compramos, medimos e otimizados a mídia — principalmente a programática.

A MediaMath, pioneira em marketing programático, explica a TV Conectada e fala sobre o futuro da programática na televisão:

A TV do futuro é conectada

Manter o controle do inventário é primordial. Conteúdo, sob demanda, em dispositivos conectados (incluindo a televisão de tela grande de uso doméstico) é o que os consumidores desejam. Especificamente, a liberdade de assistir o que eles querem e quando querem -  essa é a promessa da TV Conectada (CTV).

“O que está impulsionando a mudança para frente agora é o forte desejo dos consumidores de ter mais controle sobre como eles passam seu tempo. Ele ainda está, talvez mais do que nunca, procurando se entreter com conteúdo de qualidade. Esse material pode vir de várias formas - seja produzido por um grande estúdio ou gerado por usuários — e pode estar disponível por meio de assinatura, conteúdo suportado por anúncios ou um híbrido de tipos de acesso”, explica John DeFilippis, Senior Director, Channel Solutions, Video da MediaMath.

A publicidade na TV Conectada é a compra em tempo real de anúncios veiculados em conteúdo de formato longo que é transmitido por meio de dispositivos over-the-top (OTT) - como Roku, Google Chromecast ou Apple TV. As impressões podem ser compradas individualmente e os dados de público-alvo mais segmentados. E, à medida que o mundo da TV continua a evoluir, a TV Conectada está se tornando cada vez mais importante na busca dos anunciantes para alcançar as audiências mais jovens.

O que o futuro guarda

Ao contrário do que muitos pensam, a TV não está morrendo. Está simplesmente mudando. A publicidade televisiva não se limita mais a alcançar os segmentos demográficos durante dias específicos, dentro de uma programação linear. Nesse cenário, os profissionais de marketing ganham a capacidade de ajudar os clientes a atingir seu público-alvo exato, ao mesmo tempo em que proporcionam uma experiência contínua e não-invasiva para os consumidores.

Glossário

DAI: Dynamic Ad Insertion. Este é um outro termo para Addressable, que permite que anunciantes de TV veiculem mensagens diferentes com base no CEP das casas. Isso é criativo dinâmico para o mundo da TV.

TV Programática: onde os anunciantes usam plataformas demand-side para automatizar a compra de inventário de TV. A ideia é que a automatização da compra de anúncios de TV torne a compra mais eficiente. Como os DSPs têm dados do público, essas plataformas podem ajudar os anunciantes a segmentar categorias específicas de usuários.

Audience-Based TV: usa dados digitais de plataformas de gerenciamento de dados para segmentar espectadores de TV, em vez de moedas tradicionais como a Nielsen

OTT: significa “Over-The-Top”, o termo usado para a distribuição de conteúdo de filme e TV por meio da internet sem exigir que os usuários assinem um serviço tradicional de TV a cabo ou por satélite.

VoD: significa “Video on Demand”, é uma tecnologia de TV interativa que permite que os assinantes assistam à programação em tempo real ou baixem programas para assistir posteriormente. Um sistema de VoD no nível do consumidor pode consistir de um receptor de TV padrão junto de um decodificador.


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