Mulheres contam como é trabalhar no mercado de tecnologia

É comum encontrar mulheres que foram desencorajadas, diminuídas e criticadas por trabalharem com tecnologia. De acordo com um relatório da ONU, elas são apenas 17% dos estudantes matriculados no cursos de ciências e tecnologia nas faculdades.

Observando a pouca representatividade do sexo feminino em uma das áreas mais promissoras e bem-remuneradas, três profissionais contaram suas experiências atuando no setor:

Thais Quintana, líder do time de Frontend e desenvolvedora na Nexo AI

Bacharel em Design e pós-graduada em Comunicação com o Mercado, Thais Quintana é líder do time de Frontend e desenvolvedora na Nexo AI, empresa que usa inteligência artificial e outras tecnologias para acelerar negócios. Ela se interessou pela área quando ainda era Diretora de Arte em uma empresa de jogos para celular. "Por mais que fizesse as animações quem dava as linhas de comando para o personagem era o programador. Fiquei incomodada por não ser a principal responsável pela magia do game", explica. Em busca de sair da zona de conforto, voltou para a faculdade e se graduou em Sistemas para a Internet. "No meu primeiro emprego, estava numa equipe machista e passei um ano sendo sabotada. Um colega gritava comigo sem nem ser meu superior. Me sentia a pior pessoa do mundo. Quase desisti da área", lamenta. "Nós, mulheres, precisamos nos impor e não sentir medo. É preciso se libertar, para aprender a voar", finaliza.

Giorgia Burattini, gestora de equipes e analista de dados na DogHero

Giorgia Burattini é uma historiadora que sempre amou números. Seu interesse pela área a fez ingressar em um curso de Tecnologia da Informação, que acabou não concluindo devido ao machismo muito presente na área. Há três anos ela ingressou na DogHero, aplicativo que conecta pais de cães a passeadores e anfitriões que hospedam o cachorro em casa, e conseguiu unir a paixão por pessoas ao amor pelos números. Atuando como gestora de equipe e analista de dados na plataforma, ela mantém o Minuto das Minas, programa veiculado na rádio online Antena Zero que trata de temas que problematizam o lugar da mulher na sociedade. "Procuro desconstruir o sexismo no ambiente de trabalho, ainda que eu não sofra preconceito por ser mulher na área em que atuo. Tenho consciência de que não é porque eu não encaro o machismo diretamente (afinal, ainda há o machismo estrutural) cotidianamente que isso tenha se tornado regra para todas as mulheres no mercado de trabalho", afirma.

Giuliana Moraes, Analista de Business Intelligence no GetNinjas

Giuliana Moraes estudou Engenharia Civil no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e, ao longo de sua formação, enfrentou diariamente um ambiente majoritariamente masculino. Há dois anos, ingressou no GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços da América Latina. Iniciou sua trajetória no aplicativo na área de Marketing de Performance, mas atualmente trabalha no time de Business Intelligence. "A minha experiência sendo mulher nessa área às vezes é desafiadora, mas vem sendo muito boa. Tenho a sorte de trabalhar em um lugar que valoriza diversidade e onde se tem muita abertura para se discutir questões relacionadas a isso. Mas não é incomum, principalmente em eventos externos, me ver numa sala onde eu sou a única ou uma entre poucas mulheres", afirma. Por acreditar que a indústria da tecnologia causa muitas disrupções e molda o futuro, a engenheira defende uma maior participação das mulheres no segmento. "Acho essencial que nós participemos da construção de produtos que nós também vamos usar", pontua.


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